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O cliente que demitiu o Diretor e quebrou a empresa - Wall Mart

O Cliente (Sam Walton)

“Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama quando a recebe após três semanas somente.
Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas sernotado.
Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si, ou simplesmente baixam a cabeça e fingem não me ver.
Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se.
Sabe quem eu sou???
Eu sou o cliente que nunca mais volta !!!
Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua empresa.
Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me enviar um pouco mais de “CORTESIA“.

“Clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar.”

Sam Walton – Fundador da Wal-Mart, a maior cadeia de varejo do mundo. Walton emprega mais de 2 milhões de pessoas em suas lojas. Sabe o que é isso? 2 milhões...


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Quero saber o que você pensa?


iPad chega as lojas. Vejas as fotos e vídeo.


Ipad chegou às lojas e como todo lançamento da Apple acabou arrastando multidões para as filas.

Apple é fodastica mesmo.

Veja as fotos abaixo.











O Ipad ainda é uma incógnita. Para alguns é algo revolucionário, para outros somente um Ipod touch tamanho GG.

Acredito que esse equipamento vem para mudar alguns hábitos tanto em casa como no trabalho. Imagino vendedores com esse tipo de material na rua. Sem notebook nem catalogo. Tudo no Ipad. Imagino eu indo a um cliente apresentando um projeto em um Ipad. Genial a idéia do cliente pegando o Ipad na mão e interagindo com a apresentação que a empresa faz.

Como toda grande empresa a Apple não perguntou o que seus consumidores queriam que ele criasse. Ela simplesmente criou algo e ponto. Ela criou necessidade no consumidor. Ninguém necessitava de um Ipad até o dia de ontem. Ninguém necessitava de um walkman até a Sony lançá-lo. Ninguém necessitava de um serviço de mensagens de 140 caracteres pela net... mas o Twitter veio e pronto.

Inovação é isso, criar necessidade.

Mudar a vida das pessoas sem ao menos perguntar se é isso que os consumidores querem.

Simples assim.

Tenho uma meta pessoas e se conseguir alcançá-la vou me dar de presente um Ipad até o final do ano.

Segundo um amigo meu que é diretor da empresa que distribui Apple no Brasil eles estão tentando colocar o Ipad em uma categoria onde tenha menos impostos. Iphone é caro pela sua categoria (celular) iMac é caro pela categoria (notebook).... mas o iPad é algo totalmente novo. Vamos ver qual o preço que o danado vai chegar ao Brasil.




Os 5 Ps do Marketing Ativista.

O que dirige os profissionais de marketing que trabalham em causas sociais? O que os leva a conseguir recursos que os marketeiros de produtos e serviços às vezes não conseguem? O que é possível aprender com o Marketeiros Ativistas?

1. Pureza. Existe sempre uma grande pureza nas causas sociais. A pureza das causas direciona a Confiança, a Credibilidade e a Crença nas coisas que podem ser feitas. O marketeiro de uma maneira geral, apesar de ser chamado de Criativo, é geralmente o profissional mais turrão e difícil de convencer sobre coisas novas.

2. Paixão. Paixão vende. Vende porque a paixão é geralmente genuína. Vende porque pessoas apaixonadas conseguem recrutar com facilidade outras pessoas apaixonadas. A paixão precisa ser percebida nos discursos da empresa e dos seus profissionais.

3. Profética. O que é mais admirável em um Ativista é a sua crença de que as coisas vão melhorar, e o que ele tem a oferecer realmente vai ajudar a melhorar as coisas. Ativistas de verdade se agarram as suas crenças e ajudam os outros a enxergar e acreditar nessas crenças.

4. Pobreza. Não tenha dúvida, quando falta dinheiro, as nossas mentes pensam mais, melhor e mais rápido. O Ativista não tem escolha a não ser ser flexível, criativo, ágil. Corte a verba de marketing da sua empresa por 3 meses, e veja o que acontece com os seus profissionais de marketing.

5. Paranóicos. O Ativista pensa no que tem que fazer 24 horas por dia 7 dias por semana, e não apenas quando está efetivamente trabalhando. A paranóia de querer executar as coisas o mantém cinco passos a frente de todas as outras pessoas.

O Ativismo tem sempre o “Lado Negro da Força”: o extremismo.

Para esses casos, eu digo apenas uma coisa: QUEBRA TUDO! Reinvente-se de tempos em tempos, defina uma data para concluir a causa, rever os seus paradigmas e começar de novo.

Não existe uma verdade única. Duvide daqueles que dizem que a encontraram.

A busca não pára nunca.

Ricardo Jordão
www.bizrevolution.com.br





Tudo acaba em pessoas. Venda é assim. Tudo é assim.


"SÓ PORQUE VOCÊ DANÇA BEM, NÃO SIGNIFICA QUE VAI SER CONVIDADO PARA O BAILE." Michael Leboeuf, PhD

Você é competente naquilo que faz, mas por alguma razão outras pessoas são escolhidas em seu lugar?
Você conhece seu produto melhor do que qualquer outro, mas vendedores aparentemente inexperientes vendem muito mais?
Sua empresa, ou departamento, está implantando novas estratégias e táticas administrativas, mas uma concorrente, aparentemente menos organizada e frágil, está tomando o mercado e sendo muito mais bem sucedida?

Talvez seu problema seja o de estar confundindo ficção com realidade. Na ficção que nos contaram, o importante eram as coisas, estratégias, sistemas, produtos, planilhas, crenças. Na realidade, o importante são as pessoas. Não existe nada sem pessoas. Não existem vendas - portanto, não existe economia de mercado - não existem casamentos, não existem famílias e, para ser franco, não existe sequer civilização.

Tudo o que você faz, começa e termina em pessoas. Se você tivesse que passar o resto da sua vida com todas as riquezas do universo... sozinho em uma ilha deserta, de que valeria qualquer sucesso? Você - e eu - precisamos compartilhar o tempo, a vida e as experiências com outras pessoas.

Empresas que se esquecem deste fator, se concentrando somente no balanço do trimestre, acabam soterradas por guerrilheiros dos negócios ou sabotadas por inúmeros funcionários descontentes que, na melhor das hipóteses, entram em "operação padrão".

Você pode ser genial, mas as pessoas gostam de trabalhar com você? (Eu não perguntei se elas gostam de passear com você. Isso é fácil. Perguntei se elas gostam de trabalhar com você). Seus chefes, subordinados e colegas confiam em você como profissional e gostam de trabalhar com você? Se apenas uma dessas perguntas tiver como resposta "não", você ficará abaixo de onde pode chegar.

Se não gostam de estar com você, se notam que você as vê somente como um instrumento (para gerar vendas, por exemplo), o primeiro vendedor "amigo" que aparecer vai tomar seu cliente. Para sempre. Seus funcionários vêem você como um líder, ou como um analista, que corta pessoal sem se preocupar com a "moral" das tropas. Alguém em quem não podem confiar?

Agora, deixe-me esclarecer um ponto. Isso não significa que você deva ser "amigo" de todos, ou um bajulador. Seja você mesmo. Sempre. Dá menos trabalho! Faça o que tem que ser feito. Mas, se você não é parte da solução na empresa, na família, no romance, no clube ou na sociedade, então você é parte do problema. E se este é seu caso, cuidado: problemas não são convidados para subir na empresa. Problemas não são bem vindos no casamento. Problemas não são eleitos. Problemas são e-v-i-t-a-d-o-s, mesmo que inconscientemente. Seja a solução, concentrando-se nas pessoas. O que elas realmente buscam? Do que precisam? O que querem?

Você deve buscar a competência técnica, claro. Mas não precisa ser perfeito como um robô, porque somente pessoas avançam. Robôs a gente constrói, ou desliga. E o único modo de pessoas avançarem com lastro duradouro é quando são apoiadas por outras pessoas. Você é apoiado por outras pessoas?

Em outras palavras, depois da sua competência técnica, seus relacionamentos são a fonte mais importante para o seu futuro, em todos os níveis. Seja na carreira, na família ou na sociedade. Por isso, lembre-se do que disse Michael Leboeuf: só porque você dança bem, não significa que vai ser convidado para o baile. E o baile da vida é bem curto. Curto demais. Não espere a última música para entender isso...

Tudo começa, e termina, nas pessoas.

Morte as listas amarelas.


O que você vê?

10 REGRAS PARA OBTER O FOCO NO CLIENTE

Muitas empresas alegam ter o foco no cliente na lista dos valores da empresa, nos seus princípios organizacionais ou na sua declaração de missão. Ser focado no cliente não é fácil. Utilize estas 10 regras para avaliar o foco no cliente de sua empresa:

1. Co-criação com clientes. Envolva os clientes no planejamento, testes e melhorias contínuas de seus produtos com ferramentas como conselhos consultivos, reuniões de projeto com o cliente e programas beta. Não se concentre em características e especificações; ao invés disso, se concentre em como você está ajudando os clientes a obter uma tarefa específica feita. Na Threadless, por exemplo, os clientes planejam, votam e encomendam camisetas antes de serem produzidas. O Starbucks obtém feedback e idéias dos clientes através do site StarbucksIdeas.com.

2. Incentive sua equipe de vendas para que tenha foco no cliente. A maioria das equipes de vendas ganham bônus baseados em suas vendas e lucratividade trimestrais ou mensais, mesmo sendo a satisfação e a fidelidade os principais indicadores para lucros futuros e sucesso em longo prazo. Em empresas de ponta, a satisfação do cliente é medida duas vezes por ano, e os resultados impactam diretamente na compensação que os executivos recebem.

3. Capacite os funcionários da linha de frente. Os funcionários de todos os níveis, do hotel Ritz-Carlton, tem a permissão de gastar até US$ 2.000 por hóspede para fazer qualquer coisa que seja necessária para deixar seus clientes satisfeitos.

4. Funcionários felizes = Clientes felizes. Simples, mas é verdade. Uma empresa que dá valor aos seus funcionários é uma empresa onde as pessoas gostam de trabalhar e, portanto, realizam um bom trabalho.

5. Seus clientes não são seus ativos, eles são sua razão de ser. Peter Drucker disse que o propósito de uma empresa é de criar um cliente. O relacionamento que você constrói com os clientes é, portanto, a base para o sucesso. Você está tentando extrair o máximo de dinheiro dos seus clientes ou você está construindo relacionamentos? Você está cobrando “taxas de conveniência” que geram o que Fred Reicheld chama de lucro ruim, como as locadoras de carro que cobram preços de combustível assustadores? Os membros do programa de fidelidade dos Hotéis Kimptom estão positivamente surpresos ao ganhar um vale gratuito de US$ 10,00 para ser trocado por qualquer produto do mini bar.

6. Fale conosco. De verdade. Vá para o seu web site e verifique quanto tempo leva até você encontrar as informações de contato de sua empresa: um email válido ou número de telefone. Finja ser um cliente para aprender sobre seu tempo de resposta via email e através de seu número de atendimento gratuito (0800). Em empresas com foco no cliente, as pessoas atendem o telefone em segundos, executivos atendem ligações dos clientes diretamente, e publicam nomes, números de telefone e endereços de email em seu site.

7. Ouça seus clientes de maneira proativa. Você pode fazer isso da maneira tradicional, via relatórios de serviço ao cliente que auxiliam no desenvolvimento de produto, pesquisas com o cliente e outras ferramentas. As empresas de hoje também são treinadas a escutar e responder às mídias sociais: Twitter, blogs, Facebook, etc. Além de ouvir, é preciso capacitar as pessoas para responder e resolver problemas. Você possui os processos para capturar, organizar, priorizar e agir sobre o que você ouviu?

8. Focalize na experiência do cliente. Entre na cabeça do seu cliente. Finja ser um deles para entender sua experiência de ponta a ponta e o que se passa em sua cabeça em cada etapa. Os executivos de uma empresa de correios passaram pela experiência de despachar um produto e monitorá-lo até a sua entrega. Gerentes de produto de software vão até casas de clientes para testemunhar toda a sua experiência; passando pela instalação, uso e solução de problemas do produto.

9. Orientação ao cliente. Isto significa botar as necessidades dos clientes em primeiro lugar. O cliente nem sempre está certo, mas você realmente deve focar em fazê-los felizes. Nos anos 80, eu era dono de uma loja de computadores. Um cliente entrou na loja pronto para comprar um novo computador, porque o velho estava muito lento. Eu sugeri que ele comprasse mais memória, o que resolveu o problema. O cliente ficou surpreso que eu ofereci um produto mais barato quando ele estava pronto para comprar um novo computador. Ele não só virou meu cliente por toda vida, comprando muitos computadores e acessórios, como também me indicou muitos negócios e nos tornamos grandes amigos.

10. Faça dinheiro com seus clientes. Não há problema algum em fazer dinheiro com seus clientes. Eles darão seu dinheiro sem problemas a uma empresa que lhe dá valor. O Ritz Carlton estima seu ciclo de vida do cliente em mais de 1 milhão de dólares – quanto vale o seu? Um cliente insatisfeito provavelmente contará a uma dúzia de pessoas sobre uma experiência negativa. Adquirir um novo cliente geralmente custa US$300 ou mais. A proposta de negócios de manter seus clientes satisfeitos é melhor, ganhando dinheiro com eles ao longo do tempo, através da construção de um relacionamento em longo prazo, e não de um relacionamento transacional que acabará na caixa registradora.

Para realmente adotar o foco no cliente, é necessário transformar sua empresa. O livro The Discipline of Market Leaders sugere que as empresas se alinhem atrás de uma das três disciplinas básicas: Excelência Operacional (ex: McDonald’s), Liderança de Produtos (ex: Apple) ou Intimidade com o Cliente (ex: Nordstrom). A disciplina “escolhida” define a estratégia e cultura da empresa e, portanto, suas chances de sucesso. A adoção do foco no cliente possibilita uma incrível oportunidade para diferenciação, se tornando uma fonte de vantagem competitiva.

Por Gerardo A. Dada, Diretor de Marketing de Produtos da Bazaarvoice


Top of Mind é relevante?

Essa semana a RDM (revista de Mato Grosso) apontou os Top of Mind em Mato Grosso.
Ser mais lembrado é realmente relevante?
Ter sua marca no coração das pessoas seria melhor do que ter sua marca na mente das pessoas?
Se a resposta é sim, por que diabos ainda existe essa porcaria de Top of Mind?


Túnel do Tempo - Skiny Detonando !!!!

Essa semana fui ao supermercado e vi que a Skiny colocou novamente no mercado o seu produto original, como na década de 70. Algumas pessoas que não compravam Skiny a mais de 10 anos (como eu) pararam frente ao produto retro e colocaram o danado no carrinho. Simplesmente Incrível. Mexer com o emocional do consumidor é algo fundamental. Naquele momento ninguém estava comprando um salgadinho para comer mais a noite. Todos estavam levando para casa um pedacinho da infância, um pedacinho da pureza que cada um tinha quando pequeno. Muitas vezes para aumentar o faturamento de nossa empresa devemos apenas olhas para trás e lembrar das nossas origens. Lembrar do que fazíamos no começo de tudo.


Social Midias. It's cool.

As utilizações de mídias sociais estão mudando a forma como as marcas vão interagir com seus consumidores. Nunca ouve uma forma tão dinâmica de comunicação como blogs, ourkut, youtube, twitter e outros. Alem de informações as mídias levam algo violentamente crucial para o processo decisório de uma compra: a opinião de quem escreve.

Dias atrás escrevi sobre o Supermercado Comper, falei sobre a falta de cuidado com o cliente em relação a mudança de um papel para embalar mussarela. A magia da mídia social é isso. Agilidade nas opiniões. A propaganda boca-a-boca foi negligenciada durante muito tempo e a tendência mostra que o que vai sobrar é somente o boca-a-boca. Veja o vídeo abaixo e saiba mais sobre o tema: 5 papas feras do mkt brazuca discutindo o tema. Deixa eu continuar vendo o vídeo, dei uma parada só para escrever esse texto.

Sua empresa ainda acha que Orkut, blog, twitter é coisa banal? O tempo vai mostrar quem esta certo.


Debate - Uso de mídias sociais na publicidade from iThink on Vimeo.




Eu sabia que você não escutava o cliente... sabiaaa!!!


A maioria dos especialistas concorda que a principal saída para vencer a falta de disposição das pessoas para o consumo é uma estratégia chamada 'customer centricity', que significa, em bom português, colocar o cliente no centro de tudo. Porém entre o discurso e a prática existe um imenso abismo. Para começo de conversa, está provado que as empresas não escutam seus clientes. Levantamento feito nos Estados Unidos com 500 CMOs (Chief Marketing Officer) de empresas importantes mostrou que apenas 1/3 dessas companhias se consideram realmente comprometidas em ouvir os consumidores. Tem mais – somente 16% desses chefões de marketing acompanham regularmente as queixas e comentários que recebem em seus websites.

Curiosamente, esses profissionais de marketing são os primeiros a reconhecer que a voz dos consumidores, amplificada pelas mídias digitais, tem uma influência muito grande nos seus resultados. A recomendação de um conhecido ou mesmo a avaliação de um produto ou serviço publicada na internet muitas vezes tem mais peso até do que a propaganda tradicional. Se eles mesmo assim dão tão pouca atenção aos desejos e necessidades dos consumidores é porque os tempos de vacas gordas nivelavam os bons e os maus profissonais. Agora, que a tempestade chegou, é a hora de ver quem é bom de marketing de verdade e quem ia só no embalo do vento a favor.

Se você conhecer alguem da Yamaha Brasil (leia abaixo post sobre a Yamaha) indique esse blog para eles. Acredito que poderemos ajudar em muito a construir um canal de comunicação empresa >> clientes.
Mas se você não conhece ninguem de lá, faça como eu, compre um boneco de vudu com o nome da empresa e manda ver.  =)



Já ouviu falar de Marketing one-by-one? Disney esta nessa. Genial!!!

Marketing personalizado ou marketing 1-a-1 vem se mostrando cada vez mais eficiente para espalhar uma idéia. O fato é simples: vale mais a pena concentrar seus esforços em poucas pessoas e fazer algo especifico para elas, algo realmente relevante do que sair jogando panfletos pelas ruas mostrando sua marca. Mídias de massa como TV, rádio, ou dependendo até mesmo uma grande panfletagem não gera emoção verdadeira nas pessoas. Não mexe com elas... não gera sentimentos eternos, pois a mesma foi feita para atender muita gente e como sabemos as pessoas não são iguais e por issooo elas acabam tocando muito pouco gente. Nesse panorama assustador entram os meios de comunicação inovadores. Uma nova forma de se comunicar com seus clientes, consumidor, parceiros, vizinhos é o marketing 1-a-1, onde o principal objetivo e encantar a pessoa mostrando para ela que aquilo que você fez foi feito justamente para ela. Não serve para mais ninguém.

Vamos para um exemplo prático: O que é mais emocionante: receber uma gravata preta de um amigo com um cartão escrito “Amigão Parabéns”, ou receber um boné da Ferrari com um cartão dizendo “Zé, espero que goste desse presente, ela vai ser muito útil em Interlagos no fim do ano. Ferrari na cabeça cara. Parabéns e feliz aniversário”? A gravata vai para o fundo da gaveta. O boné NUNCA MAIS será esquecido. Isso é marketing 1-a-1, é fazer algo realmente verdadeiro pelo seu cliente. Criar emoção no seu cliente.

A Disney entrou nessa a muito tempo e hoje eles estão dando um senhor exemplo de como fazer marketing 1-a-1. Entre no site clicando aqui e preparasse para algo muito bacana.Vá até o final da pagina e coloque seu nome, sobrenome e de ok.

Marketing de vanguarda nas BigCorp.

Demorou mais os caras acordaram!!!


600 lojas em 6 anos - Cacau Show

Galera acabei de assistir a história do começo da Cacau Show. Que tesão!!! Os caras começaram do nada a menos de 6 anos atrás e vão fechar o ano de 2009 com (acreditem) incríveis 600 lojas!!! Não tem plano de negócios que possa fazer isso, somente PAIXÃO pelo negócio. Muita paixão. o Youtube demorou mais de 50 minutos para carregar esse vídeo, já o Vimeo fez o trabalho em 11 minutinhos.



Cerveja sem bunda - O que o cliente pensa.

A muito tempo que falo para todos os empresários e aspirantes a empreendedores a importância de pensarmos como clientes e não como empresários. Isso em um primeiro momento pode até parecer óbvio, mas com certeza não é. Cada vez mais as empresas criam modelos para desenvolvimento de serviços, produtos e métodos de trabalho e atendimento baseado no “achismo”. Empresários desse tipo me embrulham o estomago.

“Mas Wendell eu conheço do mercado. Isso não falha.”

É normalmente com esse tipo de frase que um padrão de atendimento ou um serviço é lançado no mercado. Achismo!! Você como gestor não pode JAMAIS negligenciar a opinião do seu cliente antes ou pelo menos depois do lançamento. Informação hoje em dia é algo que toda empresa meia-boca deve ter o grande diferencial é o que você faz com essa informação.

Se sua empresa não esta nem colhendo de forma relevante essa informação eu acho que vocês tem um problema, ou melhor, vários problemas. Estou falando sobre pesquisa, pois o vídeo abaixo mostra como a cerveja Heineken, vende a seu produto para dois públicos bem diferentes: Homens e Mulheres. No Brasil as mulheres não tem um tratamento diferenciado na publicidade de cervejas... veja o vídeo abaixo e faça pesquisas, sempre.

Como tudo começou.

Sempre fico vidrado quando alguém arruma um jeito de contar uma história de forma simples, direta e maravilhosamente criativa. O vídeo abaixo mostra "a história do marketing", desde os remotos tempos onde tinhamos no maximos duas marcas para escolher, passando pelo bombardeio de informações que vivemos hoje e mostrando as tendência de marketing dentro das redes sociais em um futuro presente.



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